i might be wrong

Sunday, April 26, 2009

Treze

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Tuesday, March 24, 2009

Doze

A melhor definição pro show do Kraftwerk + Radiohead é: catarse coletiva de duas horas e meia de duração.
Sério, foi lindo, histórico, antológico. Quem perdeu, sinto muito.

Rain down, come on rain down on me
From a great height, from a great height...

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Monday, January 26, 2009

Onze

Ok, Franz. Esqueçam os synths e voltem para as guitarras. Porque assim não dá, né? "Die on the Floor" é o tipo de música que poderia tocar naqueles programas estilo "Na Madrugada" da Jovem Pan. E isso, na maioria das vezes (e pra mim), não é bom sinal. O final da música parece que foi todo feito em Fruit Loops, e tirando alguns elementos, tipo a percussão no início da música, tudo parece que já foi utilizado com o mesmo propósito e de forma bem melhor.
Não dá, uma música em que eu tenho a impressão que a vocalista do Lasgo vai logo entrar pra fazer um solo vocal não é exatamente o que eu chamo de "música boa". Se for pra ser brega, por favor, seja brega que nem o Killers.

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Saturday, January 24, 2009

Dez



Amigos, essa é a banda que vamos ver dia 22/03.
Considerações:

1- A foto mal tirada. Reparem que o Colin está sendo jogado pra fora da foto (provavelmente os outros membros da banda não gostaram do seu cabelo peculiar e resolveram excluir ele da foto. Mas não avisaram o coitado disso) enquanto todos os outros membros da banda estão sendo praticamente espremidos em um espaço pequeno por Phil, o espaçoso.

2- A combinação cabelo bizarro + calça vermelha + bota cano baixo + moletom do Colin.

3- A cara de emuxo-triste-e-anoréxico do Johnny.

4- Thom sendo mais bizarro do que o normal. De que armário do inferno sairam essas calças roxas?!

5- O cabelo estilo cuia de Ed e a camisa amarelo-radioativo. Fora que ele parece bizarramente MUITO maior do que os outros na foto. Ed, o Golias.

6- A cara de cientista louco fanfarrão, tipo Christopher Loyd em "De Volta Para o Futuro" do Phil.

Quem diria que essa bizarrice seria considerada a melhor/mais influente banda dos últimos anos?

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Friday, January 23, 2009

Nove

(Tô inspirada hoje)

Tava lendo essa resenha aqui sobre o disco da Mallu Magalhães e escrevi uma resposta pro autor da resenha. Só que não consegui postar no site. Então posto aqui.

Acho engraçado como a crítica brasileira parece ansiosa pelo surgimento de um novo ícone da música. Essa ansiedade é tão grande que alçam uma pessoa como Mallu Magalhães ao status de grande cantora brasileira. Sendo que ela simplesmente faz tudo o que já é feito lá fora há um tempão de forma muito melhor, por cantoras bem mais competentes. No fim, o "atrativo" maior dela é ter 16 anos e "fazer música de gente grande", o que acaba idiotizando (ainda mais) os adolescentes, subentendendo que a 99,9% deles ouvem só Charlie Brown Jr. e assistem Malhação, como o Insano Alemos disse.
Além disso, parece que a crítica parece ter se acostumado a nivelar a música brasileira por baixo. Qualquer coisa que não seja tão ruim quanto "eu não sei fazer poesia, mas que se foda", já é considerado maravilhoso. E eu acho que isso contribui pra baixa qualidade do que pipoca no mainstream da música brasileira atual. A falta de critério, de senso crítico, parece incentivar o lançamento de músicas meia-boca e alavanca artista medíocres, que parecem satisfeitos em lançar qualquer coisa pro público engolir e pros 'artistas' ganharem dinheiro.

Ok, tudo isso pra dizer que eu concordo com a resenha da resenha do Insano Alemos.

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Oito

Tava fuçando no Last.fm agora a pouco e acabei vendo um post sobre "melhores músicas de 2008" no profile de alguém. Acabei me lembrando de que eu não faço listas de melhores do ano há uns 4 ou 5 anos. Levantando as razões:

1- Preguiça. Essa é uma opção sempre viável. Fazer listas dá um certo trabalho, se você quer fazê-las direito.

2- Dificuldade em listar as coisas. E aqui a gente cai na conversa de que é difícil falar que tal música é melhor ou pior que aquela e ranquear. Se decidir entre músicas é algo difícil (ok, pra mim é), e há sempre a tentação de colocar várias músicas do mesmo CD na lista o que gera um conflito interno do tipo "colocar ou não colocar". E a impressão de que sempre é injusto com algo, ou você vai descobrir uma banda foda daqui 5 anos que vai colocar todas aquelas músicas que você listou no chinelo e vai se arrepender pelo resto da vida de ter feito aquela lista. E publicado.

3- Não ouviu nem 10% dos álbuns que foram lançados no ano. Geralmente porque aquele ano não foi um ano bom, e todas as bandas pareciam uma repetição infinita de algo que você tem certeza que já ouviu e acha meio merdão. Do tipo electro. Eu não consigo engolir electro e suas variações. Me parece tudo muito bundão-deslumbrado-ritmo-de-festa-oba-oba e que não dá pra ser levado muito a sério. Tirando o Justice. Justice é legal. E não que tudo o que eu ouço deva ser levado a sério, mesmo porque eu ouço muita porcaria.
Mas voltando, o que acontece quando não se ouve 10% dos lançamentos do ano? Há uma enoooorme vontade de colocar discos de 10, 20, 30 anos atrás que soam beeeeeeeem melhores do que as recentes. Só que aí você cai de novo no dilema de "oh, a injustiça", ou "não vale colocar discos de 30 anos atrás num top de 2008" mesmo que você só tenha ouvido isso o ano inteiro.

Sim, isso é tudo bobeira da minha cabeça e eu nem sei porque eu tô falando isso, mas é que deu vontade. Mas ignorando tudo ali em cima, a melhor banda de 2008 pra mim é o Einstürzende Neubauten. E o NIN. Mas esse não é novidade.

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Tuesday, January 20, 2009

Sete e Meio

Só pra dizer que eu não gostei muito do CD novo do Franz, não. Mas Ulysses é sensacional.

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Saturday, January 17, 2009

Sete

Então, tem um post antigo que eu falo sobre shows que eu queria ver. Encurtando o post = listinha:

Muse

Radiohead (a ser riscado em breve)

Franz Ferdinand
Tool
Nine Inch Nails
Morrissey

Já que alguns foram riscados, acrescento outros:


The New Pornographers
Kate Nash
Einstürzende Neubauten
Queens of the Stone Age

Porque, né? Vai que fazer essas listinhas dá sorte e acaba vindo todo mundo?

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